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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Paulo Henrique - Acróstico

Por destino ou conscidência, foi
Alguém que conheci.
Um homem muito meigo,
Louco de idéias vis.
Outros dizem chato, ou

Herói, talvez. Não sei!
Entretanto eu adoro
Não me vejo mais sem ti,
Risos, choros e encantos
Irradia por onde passa
Quisera eu, poder ser. A
Unica que te abraça
Em sonhos, desejos, talvez me repassa. 


terça-feira, 23 de agosto de 2011

Novo ano


Novo ano ? Sim, novo ano.
Meio estranho falar sobre fim do ano em praticamente a (metade). Pois bem, 09 meses passando e o fim do ano chegando... E, com ele a sensação do que se aproxima será o melhor. Mas, se você apenas esperar que, ao relógio marcar o primeiro minuto de janeiro de 2012, seus problemas desapareçam, corre o sério risco de continuar na mesma, e o pior, um ano mais velho.
Todo ano é a mesma coisa. Prometemos não ligar para as coisas ruins do passado, fazer um trabalho social, arrumar um emprego, estudar mais, ou seja, mudar o que você já havia prometido mudar no ano anterior, anterior e no anterior... E por quê esperar o final do ano pra fazer essa mudança ? Por quê todos têm essa impressão de que começar em 1o. de janeiro é mais fácil do que em 19 de agosto ou 27 de maio ?
Não é assim que as coisas deveriam ser, só acho que você deve se esforçar o suficiente e lutar, lutar e lutar.
Porém, fico com receio de soar arrogante, embora essa seja a única resposta na qual acredito de verdade.
Mas, por mais que agente se esforçe e lute, também há quem espere que milagres aconteça. As vezes os mais dedicados não são reconhecidos de cara, enquanto outros, nem tão esforçados, por mera sorte, acabam tendo uma boa oportunidade. Mas, com certeza, trabalho e dedicação, cedo ou tarde, fazem alcançar seu objetivo, enquanto ociosidade e preguiça deixarão você a mercê da sorte.
Isso vale pra TUDO.
Em diversos momentos da minha vida já pensei em desistir de tudo, simplesmente porque as coisas não eram tão fáceis (e nem está sendo), por deixar de acreditar que era incapaz de conseguir. Mas, comecei a entender que as coisas boas só são percebidas e valorizadas depois de enfrentar muitas adversidades em busca de nossos ideais.
Tudo depende de você, das escolhas que você faz e de quanto está disposto a se sacrificar para alcançar seus objetivos. Só não deixe de acreditar em si próprio. E que venha 2012. LoL


terça-feira, 2 de agosto de 2011

Músicaaa \o/

Tinha jurado a mim mesma que não falaria de 'música' no meio dos meus escritos, mas não tem como. Até música serve de inspiração pra escrever algo. E essa aqui é por demais especialíssima.
Bons momentos e música boa de qualidade!
O Transatlantic é uma banda norte americana de Rock progressivo formada em 1999 pelo vocalista e tecladista Neal Morse do Spock's Beard e o baterista Mike Portnoy ex-baterista e líder da banda Dream Theater.



Acesse o link: http://www.transatlanticweb.com/
Aproveita bastante ! ^^

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Sem Nome

Cada detalhe...
cada palavra...
cada gesto...
cada atitude...
o riso, o olhar, o toque...
o sabor, o carinho, o jeito !
...a troca !
o constante aconchego...
...um simples afago,
A RECÍPROCA!
o beijo, o cheiro.
o querer muito mais... Sempre mais!
A saudade.

 
Autoria de Stefanny Ribeiro.
Todos os direitos reservados.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Meus olhos


Meus olhos são espelhos d’água,
São fontes de melancolia,
Pequenos, porem profundos,
Observa tua alma, por mim, invadida.

Quimera de olhos insanos,
Sagrados olhares profanos,
Certeiros até o acalanto,
De teus atos, até os encantos.

Olhar que este exala,
Mistério da cozinha a sala,
Espalha amores e não se cala.

Transpiro verdade nos olhos,
Meus olhares de vulcões remotos,
Deste brilho certeiro e envolto.


Autoria de Stefanny Ribeiro.
Todos os direitos reservados.

Carinho


[eu]

Meu carinho por ti é grande,
Ele treme e faz sangrar,
Como bomba que no ar explode,
Como tatuagem na pele ficar.

[ele]

Sinto por ti algo forte,
Será que posso acreditar?
Coração e mente confunde,
Será que és a pessoa certa, ou onde estará?

[eu]

A verdade eclode com o tempo,
Como água na fonte nascendo,
Deste carinho de ti, eu entendo.

[ele]

Está quase perto de amanhecer,
Sei que dias passam e nada de acontecer,
Um momento único de estar só eu e você.


Autoria de Stefanny Ribeiro e Paulo Henrique.
Todos os direitos reservados.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Ser Fonoaudiólogo...

Algumas pessoas me perguntam,
Afinal o que é Ser Fonoaudiólogo?
Tento responder:
Que ser fonoaudiólogo é ser Especial
Ser fonoaudiólogo é algo único
E ter habilidade de se comunicar sem ao menos falar
De poder reabilitar aquele profissional que utiliza a voz como instrumento de trabalho.
Com conhecimento e tecnologia melhorar a capacidade de um ser humano ouvir.
Ser Fonoaudiólogo,
É re-ensinar alguém a se alimentar.
E ter a capacidade de rejuvenescer, tirar aquelas rugas utilizando nossas mãos.
E poder voltar no tempo e ser criança junto às crianças durante as terapias.
E poder reabilitar um implantado e ensinar os mesmos a “ouvir”.
Ser Fonoaudiólogo,
E poder inovar, descobrir a cada dia algo novo.
E poder fazer uma pessoa voltar a falar após sofrer algum trauma.
Ser Fonoaudiólogo,
E ser ético acima de tudo, pois fizemos um juramento ao assumir esta profissão.
É poder trabalhar a concentração de uma criança hiperativa.
Ser Fonoaudiólogo,
E sentir aquela felicidade em poder curar através dos ensinamentos adquiridos por nossos mestres durante anos na faculdade.
É participar das alegrias e das tristezas daqueles que buscam nossos serviços.
Ser Fonoaudiólogo,
É ser também um educador junto aos professores, ensinando e auxiliando.
É saber falar, ouvir e se expressar através de libras “Linguagem de Sinais”.
Ser Fonoaudiólogo,
É amar e lutar por nossa profissão tão bonita, porem tão desvalorizada.
É ser companheiro de profissionais de diversas áreas, formando assim uma equipe multidisciplinar.
Ser Fonoaudiólogo,
É fazer da cura não uma obrigação e sim uma satisfação acima de tudo.
É poder inovar e criar métodos satisfatórios para uma melhor qualidade de vida daqueles que passaram e passarão por nossas vidas.
Ser fonoaudiólogo,
É ser tudo isto, e muito mais...
Mas já sem palavras para me expressar
Buscarei uma fonoaudióloga que possa me auxiliar, e este poema finalizar...


                                                     Autoria de Paulo Henrique.
                                                    Todos os direitos reservados.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

O Poeta Tímido


Entre doses de whisky, e goles de cerveja.
Nasci um outro eu. O escritor, o amante, o poeta.

Não sou bom com palavras sóbrio.
Sou um "poeta embriagado".

Amo arrumar palavras. Porque reconheço que
poucas são as pessoas que realmente entendem-me.

Palavras são sangue, mesmo as que gravadas sem propósito.
E ninguém mais do que o poeta sabe disso.

Não só palavras tem um significado.
Os números e datas também podem transmitir muitas coisas.

Há sempre um número depois do número;
Acredito que todo número esconde um segredo.

Neste momento pergunto-me:
Como buscar o outro lado da imagem dupla que sou?

Ouço o som de carros passando na avenida ao lado.
Queria poder estar em um lugar calmo e silencioso.

Parece que em mim tudo foi levado,
Talvez seja o sono eterno de sofrer nunca acabado.

Perco-me em caminhos tão errados,
embora, queria seguir a tua trilha.

Há leis que regem todo o universo,
principalmente, as de ação e reação.

Sinto-me um inútil vagabundo,
não sei mais o que sou ou que quero.

Será que preciso de coisas como estas?
Malditas noites de bebedeiras e festas.

Mente embriagada e atormentada.
Tímido e sem coragem de pedir desculpas a ela.

Olhando uma fotografia,
Sentindo desejo e um certo medo, agonia.

Despida de roupas e com os cabelos soltos,
E um toque de melancolia em seu olhar.

Hoje como ontem és a mesma,
Talvez que um pouco mais bela

Do jeito que nunca vi.
Mais bela talvez que a outra.

Mulher sonhada entre sonhos
De um pesadelo sem fim...


Autoria de Paulo Henrique.
Todos os direitos reservados.


Adivinha quem é a pessoa do escrito ? Sim, eu mesma. 
Feito pra mim, obrigada PH. *-*

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Pés descalços...Necessária solidão.

É que tenho mais chão nos olhos do que cansaço nas pernas.
Existe uma fonte oculta na profundeza do meu ser. Perplexa, passos confusos, perturbada, sozinha em meio aos outros. É uma espécie de particularidade instigante: Eu necessito de solidão.
Sinto-me engaiolada diariamente e amo a sensação de estar engaiolada.
Preciso da solidão pra ler, pra escrever, pra olhar pro teto.
Preciso da solidão pra ser eu mesma, pra sentir o doce toque dos baguinhos de areia nos meus pés descalços, pra rir de mim mesma, pra chorar comigo, pra apreciar todos estes ardores crepusculares. Pra acalentar no rosto as luzes de um dia de sol e também pra sentir o toque da brisa fria de um dia nublado.
Controverso? Melodramática?
Que seja!
Tenho que sentir este ar que vem lá de fora. Apreciar o brilho intenso de uma estrela, lembrar de sonhos da adolescência, questionar as minhas escolhas.
É a infinitude de sonhos perdidos e desejo irreais, vontades absurdas, sombra de névoa, coração esvaecido.
Sonhadora, dolorida, intensa.


Autoria de Stefanny Ribeiro.
Todos os direitos reservados.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Homens... Pra que te quero ?

Pequeno, grande.
Negro, branco.
Sério, sorridente.
Safado, santinho.

Toda mulher gosta de ser tratada com carinho, atenção e respeito. E, por mais inteligente, resolvida e independente que posso parecer, sempre há a sua ‘fraqueza’. Daí que vocês homens devem imaginar: “Pra que essa armadura de mulher fatal?’’.
Seria pra esconder a fragilidade da condição de mulher mortal? De certa forma sim. Nenhuma mulher quer que seja desvendado o segredo oculto por trás das entranhas da face, e não me pergunte que segredo é esse... O segredo está apenas em ser mulher, a tal da armadura negra, a profunda obscuridade em revelar-se um ser contraditório, porém, másculo. Muito sensível. Digna de como deve ser toda guerreira de alma nobre. Como diz Guilherme: [Sagrada Profana].
Homens dispõe-se a deflorar os desejos mais singelos da alma de uma mulher, disso eu reforço: É de uma boa dose de freqüência de sacanagem que todas nós precisamos, no melhor dos sentindos, não há como, e por mais que não admita e nem queira declarar, que seria de nós mulheres sem estes toques do macho voraz que são os homens ? Há quem concorde com minha teoria e há quem me condene por deixar claro o tamanho da alegria que compartilho e reforço dizendo: HOMENS...PRA QUE TE QUERO?

Autoria de Stefanny Ribeiro.
Todos os direitos reservados. 

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Despercebida

[Paulo Henrique]
Quando estais imerecidamente só
E imaginariamente triste,
Nem te apercebes, infelizmente,
Que um mundo a tua volta existe

[Stefanny]
Mundo que explode em chamas
Clama a tua mente insana,
Felicidade de um mundo proclama,
Que emana a tua sombra nas horas vazias.

[Paulo Henrique]
Outra vez, na arca de desejos,
Velejando pelas madrugadas,
Bocejando as ondas do infinito.

[Stefanny]
Despercebida, adormecida, esquecida
Deixando com que as ondas do infinito,
Leve-me para outras vidas. 


Autoria de Stefanny Ribeiro e Paulo Henrique.
Todos os direitos reservados.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Deusa Ruiva


Sou ruiva, sou fogo;
Desejo ardente, corpo que invade em chamas.
Que reacende que incendeia,
Que envolve e irradia,
Essência da inteligência que entranha na mente, divina.

Cabelos vermelhos, soltos;
Liberdade que vadeia explícita,
Sobre a veia que emana tuas malícias.

Deusa ruiva de corpo e alma,
Sangue vermelho que te envolve;
Sol que queima luz que incendeia.
Que te rouba o ar e não devolve.

Fogo, vermelho, sangue, êxtase.
Meu corpo, tuas mãos procura;
Minha chama teu desejo clama,
Poderosa, devassa, calor e ternura;
De quem, ansiosa espera, alimenta formosura.

Poesia dedicada a meu inspirador de última hora. 
[Alberto] - vistes, bastou uma palavra. 


Autoria de Stefanny Ribeiro.
Todos os direitos reservados.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Conto de fadas, pura ilusão ou pé na realidade ?

Crei um conceito de perfeição e esqueci que esse conceito se é aplicável apenas em conto de fadas. Agora, esse conceito que era inatingível me foi despedaçado por uma espécie de bruxa (destino) e meu conto de fadas se tornou um mero caso mesquinho onde eu só sonhei, fantasiei, criei expectativas em cima de algo que nunca existiu. Agora sofre, quem manda viver de sonhos. Já acordei. Bom dia à todos e acordem, acordem de seus sonhos.


Autoria de Stefanny Ribeiro.
Todos os direitos reservados.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Os sintomas da nova geração

Nunca se viu geração tão idiota quanto esta embalada por 'cores', axé music e conduzida por discursos vazios de fé e sentido social proclamado por Padre Marcelo.
Mas que não se seja injusto: é uma geração heterogênea - ou se é alienado por completo ou se é fanatizado por doutrinas religiosas e ridícula politicagem.

As poucas mentes sobreviventes do bombardeio de imbecilidade não são suficiente para preencher estatísticas.

Jovens que dizem entender de música e cita Backstreets boys, Cine e Restart como exemplo de qualidade, jovens que pregam o apocalipse por meio do demônio quando o diabo está à frente, jovens que entram na faculdade e acham ''lindo'' matar e morrer por um status dito intelectual, jovens que dizem, sem a mínima originalidade, ''O que é isso companheiro?'', em cima de palanques, com a naturalidade e a eficácia vista há 20 anos...

O que esperar de uma geração cujo maior sinal de protesto frente à sociedade é usar piercing no umbigo e pintar as unhas de preto? Como acreditar em uma juventude que se deixa tomar por ideologias industrializadas, unicamente e faz o Mc Donalds sua logomarca?

Historicamente, os anos 90 foram a ''década perdida''. Em que pouco de produziu utilidades no campo ideológico-intelectual. Em que pouco se consumiu e exigiu arte que valesse a pena. Em que computadores assumiram a vez a opção de entretenimento, deixando preteridos os livros. Acham os representantes desse ''tempo'' que remodelaram os valores e redefiniram conceitos: chama de ''amor'' qualquer flerte eventual, banalizam o beijo e o sexo (expondo-se a qualquer contato), fazem planos que terminam no dia em que se casarem ou passarem no vestibular.

Por parte dos sensatos, há uma completa descrença quanto ao futuro dessa geração. No entanto, não é uma questão de otimismo ou pessimismo. É uma questão de lógica: é lógico que os fracos e ignorantes sucumbem, mais dia, menos dia.

terça-feira, 10 de maio de 2011

De volta das trevas (ou para as trevas)

Depois uma temporada por fora. Depois de andar alguns passos, sem ser convidada, no jardim do éden. Eis-me aqui, de volta às origens… Pra quem não sabe, estive colando ossos e cacos de coração, dormindo cedo, acordando ainda mais e não escrevendo nada. De volta depois da minha quarta morte, outro suicídio e, enfim, a páscoa: ressurreição. Nos lábios de outro alguém, no suor, no hálito, no sangue impregnado nas minhas papilas gustativas para a eternidade. Talvez eu não seja mais a mesma: o tempo passa e as mudanças são inevitáveis: pra melhor ou pra pior, tanto faz. No entanto sou eu, depois de uma noite escutando verdades absolutas, depois de uma noite de soluços e lágrimas que escorreram sobre meu tépido peito . Meus cacos ainda mal colados tentam recuperar o fôlego. Amanheço, triste demais e ao mesmo tempo feliz por estar de novo no inferno com todos vocês, meus amigos. Dizer, sorridente: estou de volta! E pra comemorar, deixo um poema do Bukowski, triste & significativo.

outra cama

outra cama
outra mulher
mais cortinas
outro banheiro
outra cozinha
outros olhos
outro cabelo
outros
pés e dedos.
todos à procura.
a busca eterna.
você fica na cama
ela se veste para o trabalho
e você se pergunta o que aconteceu
à última
e à outra antes dela…
é tudo tão confortável -
esse fazer amor
esse dormir juntos
a suave delicadeza…
após ela sair você se levanta e usa
o banheiro dela,
é tudo tão intimidante e estranho.
você retorna para a cama e
dorme mais uma hora.
quando você vai embora é com tristeza
mas você a verá novamente
quer funcione, quer não.
você dirige até a praia e fica sentado
em seu carro. é meio-dia.
- outra cama, outras orelhas, outros
brincos, outras bocas, outros chinelos, outros
vestidos
               cores, portas, números de telefone.
você foi, certa vez, suficientemente forte para viver sozinho.
para um homem beirando os sessenta você deveria ser mais
sensato.
você dá a partida no carro e engata a primeira,
pensando, vou telefonar para Janie logo que chegar,
não a vejo desde sexta-feira.

Ps: só mudo o sexo da pessoa citada no poema, como se eu estivesse na pele de Bukowsky.

Charles Bukowski [do livro O Amor É um Cão dos Diabos, L&Pm Editores, 2007; Tradução de Pedro Gonzaga]


Publicado em abril 24, 2011 de 6:17 pm e arquivado sobre Charles Bukowski: poemas e textos., Nonfiction, Outros Autores, Poemas com as tags , , , , , , , , , . Você pode acompanhar qualquer resposta por meio do RSS 2.0 feed.

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